"Então, quando nasci me deram o nome de Carlos José. Como era bem clarinho, logo recebi a alcunha de Branco. Por muito tempo me chamaram apenas assim: Branco. Outras vezes, Quintino, McEnrou, Greg e Dente de Cão. Mas o que vingou mesmo foi o apelido Branco ao qual depois juntei o prenome Carlos.

Venho de Benjamin Constant, cidadezinha ali no extremo Oeste do Estado do Amazonas, onde vivi um tempão. No começo dos anos 90 rumei para Manaus, onde moro atualmente. Formado no curso de Comunicação Social pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e pós-graduado por esta mesma instituição, fiz depois outra pós, agora de Gestão de Pessoas na Faculdade La Salle (nos dois casos, basicamente para consumo pessoal, quase nada para trocar com o mercado), abri um janela ainda por ser fechada no curso de Pedagogia na UEA e em 2015 concluí curso de Direito. 

Isso de montar e atualizar uma page encarei numa outra perspectiva: fazer o que chamo de o Outro Jornalismo, a Outra Literatura. Aliás, nos dois casos, sob o signo daquilo que resolvi denominar Literatura de Rascunho, por minha conta e risco, partindo do princípio de que são rascunhos o que fiz e continuo fazendo nesses dois campos literários. A propósito, foi assim com a publicação em 1995 do livro Conttundidos, pela Ufam, e em 2000 de Che Guevara - um estranho em Benjamin Constant, com recursos próprios.

Para 2016 pretendemos lançar Retratos Falantes; no primeiro semestre, preferencialmente, e A Peça, até dezembro, consubstanciando nossa preferência pela Literatura de Rascunho, a qual não deve ser encarada como manifestação irônica em relação ao fazer literário. Longe disso. Perto, ao contrário, do desprendimento sincero de quem admite que faz, nesse terreno, algo apenas parecido com literatura, mas sem disso envergonhar-se porque antepõe a esse exercício uma dose substancial de honestidade e coerência com aquilo que pensa e escreve.

Carlos Branco

 

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