Cínico mesmo!

Agora o líder do governo Jair Bolsonaro, deputado Ricardo Barros (PP-PR), diz que errou ao não consultar o chefe sobre o tal plebiscito para reformar a Constituição Federal do Brasil de 1988. Trata-se de nova mancada dele. Tem nada disso não. Muito pelo contrário, é bastante coerente com o governo que aí temos. Um governo que virou as costas para alguns embates cruciais para os quais fora eleito. Lembrando: de Bolsonaro era de se esperar que: i) não recuasse no combate à corrupção; ii) reunisse forças no Parlamento para viabilizar emenda dispondo sobre a prisão após segunda instância; iii) liderasse cruzada contra a reeleição no Executivo, pugnando por um mandato de cinco  e pronto; mantivesse com o Congresso Nacional um relacionamento de respeito, buscando manter-se equidistante do Centrão,  por seu apego ao fisiologismo; tomasse nas mãos, como se estandartes fossem, os projetos de reforma (Administrativa e Tributária, por exemplo) que há muito precisam ser tocados no Congresso; fortalecesse seus ministros técnicos na busca por soluções políticas de longo alcance em detrimento daquelas eleitoreiras, as quais, embora possam responder de pronto a projetos pessoais do governante de plantão, quase sempre geram apertos fiscais que levam o Brasil - não é de hoje - a ficar como um cachorro  que girasse em torno das próprias patas querendo morder o rabo.  Barros, repitamos, que num primeiro momento disse que a reação à sua proposta foi muito boa, agora, com esse gesto, não se mostra contraditório. Antes fosse apenas isso. Ele é cínico mesmo! Aliás, no que resta bem parecido com o chefe.

Articulistas

Olhar Crítico

Flávio Lauria

Professor Universitário, Administrador, Consultor de Empresas.

Poemúsicas

(Meu banheiro na web)

Por: Carlos Branco

Observador Participante

José Seráfico

Advogado, Professor da Universidade Federal do Amazonas e Articulista dos jornais A CRÍTICA no Amazonas e O LIBERAL no Pará. Acessem o site: nagavea.com.br

Pensando Bem

Osíris Silva

Economista, consultor de empresas, produtor agrícola e ex-Secretário da Indústria, Comércio e Turismo, e da Fazenda, do Amazonas.

Língua a Conta-Gotas

Edson Augusto

Formado em Letras pela UFPA, servidor público na UFAM, revisor gramatical de redações, artigos, TCCs, dissertações e teses - edson.professor@live.com

Tempo-Espaço e Memória

Orlando Silva

Professor Titular da UFPA. Doutor em Ciências Sociais (Antropologia).                                                                                              

(In)direitando

Carlos José (Branco) é advogado.

"As naturezas degenerantes são de suprema significação, por toda parte onde deve suceder-se um progresso. Todo progresso em grande escala tem de ser precedido de um enfraquecimento parcial. As naturezas mais fortes mantêm firme o tipo, as mais fracas ajudam a aperfeiçoá-lo (Friedrich Nietzsche)

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Cheguei cedo ao Fórum, para variar. Tinha uma audiência às 8h15 numa Vara do Juizado Especial Cível do Fórum de Aparecida, em Manaus. Patrocinava um cliente que pleiteava indenização por danos morais. Olhei em volta, e não o vi. Disse-me que chegaria um pouco antes do pregão. Só me restava esperá-lo. Foi o que fiz, sentado numa das precárias...

Vinculado ao escritório Paulo Figueiredo & Associados neste início de minha caminhada na advocacia, tenho ali buscado entender em termos práticos aquilo que a universidade, no plano teórico, forneceu-me. Minha atenção, portanto, está voltada para o que lá faço, vez que não estagiei durante o curso.

Na condição de advogado iniciante, tenho deparado com situações que chamam a minha atenção não apenas por seus componentes jurídicos e processuais, mas também por seus elementos prosaicos, por assim dizer, sobretudo em meio às demandas sob a égide da legislação consumerista.

A Selva (em poesia)

Organizador Carlos Branco

Neste e-book, produzido a partir da prosa Ferreira de Castro no romance A Selva, publicado em 1930, o internauta que não teve o prazer de ler dita obra poderá conhecê-la por seu aspecto poético, visto que o editor desta página, quando da leitura desse livro, quedou-se embevecido não apenas pela narrativa do português, mas também pela plasticidade dela. Por isso, a ideia de compartilhar com os internautas trechos poéticos extraído de A Selva. 

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