Não creio que Barroso seja cínico

Há coisas reais e obviamente ululantes que apenas alguns ministros do STF dizem, e por que o fazem é que somos levados a pensar, por exemplo, que estejam levando em conta a própria corte na qual atuam.

Refiro-me ao ministro Luiz Roberto Barroso, agora também como encargo de presidir o TSE, que, em entrevista à revista IstoÉ, afirmou, entre outras coisas, que o Brasil precisa de um choque de integridade.

(Integridade, na fala dele, diz respeito ao caráter daqueles que não se deixaram contaminar por toda sorte de imoralidades, corromper-se ou corromper)

Alguém duvida disso? Isto é, de que tem faltado desse atributo entre nós? Eu não.

Duvido apenas de que sua fala possa ter causado algum interesse entre agentes públicos que, no caso brasileiro, por conta dos privilégios nos quais estão vergonhosamente montados, cagam e andam para esse atributo.

Integridade?

Estou vendo a cara daquele amigo dele e seu sorriso amarelo, enquanto escova o queixo com o indicador e o polegar da mão esquerda.

Mas, ainda assim, quero crer que Barroso está olhando também para o ventre da corte em que atua.

Tem o benefício da minha dúvida.

Do contrário, eu teria que considerá-lo um cínico, segundo o significado que hoje se dá a esse termo, muito diferente, diga-se de passagem, daquilo que conhecemos na filosofia de Diógenes.

Articulistas

Olhar Crítico

Flávio Lauria

Professor Universitário, Administrador, Consultor de Empresas.

Poemúsicas

(Meu banheiro na web)

Por: Carlos Branco

Observador Participante

José Seráfico

Advogado, Professor da Universidade Federal do Amazonas e Articulista dos jornais A CRÍTICA no Amazonas e O LIBERAL no Pará. Acessem o site: nagavea.com.br

Pensando Bem

Osíris Silva

Economista, consultor de empresas, produtor agrícola e ex-Secretário da Indústria, Comércio e Turismo, e da Fazenda, do Amazonas.

Língua a Conta-Gotas

Edson Augusto

Formado em Letras pela UFPA, servidor público na UFAM, revisor gramatical de redações, artigos, TCCs, dissertações e teses - edson.professor@live.com

Tempo-Espaço e Memória

Orlando Silva

Professor Titular da UFPA. Doutor em Ciências Sociais (Antropologia).                                                                                              

(In)direitando

Carlos José (Branco) é advogado.

"As naturezas degenerantes são de suprema significação, por toda parte onde deve suceder-se um progresso. Todo progresso em grande escala tem de ser precedido de um enfraquecimento parcial. As naturezas mais fortes mantêm firme o tipo, as mais fracas ajudam a aperfeiçoá-lo (Friedrich Nietzsche)

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Cheguei cedo ao Fórum, para variar. Tinha uma audiência às 8h15 numa Vara do Juizado Especial Cível do Fórum de Aparecida, em Manaus. Patrocinava um cliente que pleiteava indenização por danos morais. Olhei em volta, e não o vi. Disse-me que chegaria um pouco antes do pregão. Só me restava esperá-lo. Foi o que fiz, sentado numa das precárias...

Vinculado ao escritório Paulo Figueiredo & Associados neste início de minha caminhada na advocacia, tenho ali buscado entender em termos práticos aquilo que a universidade, no plano teórico, forneceu-me. Minha atenção, portanto, está voltada para o que lá faço, vez que não estagiei durante o curso.

Na condição de advogado iniciante, tenho deparado com situações que chamam a minha atenção não apenas por seus componentes jurídicos e processuais, mas também por seus elementos prosaicos, por assim dizer, sobretudo em meio às demandas sob a égide da legislação consumerista.

A Selva (em poesia)

Organizador Carlos Branco

Neste e-book, produzido a partir da prosa Ferreira de Castro no romance A Selva, publicado em 1930, o internauta que não teve o prazer de ler dita obra poderá conhecê-la por seu aspecto poético, visto que o editor desta página, quando da leitura desse livro, quedou-se embevecido não apenas pela narrativa do português, mas também pela plasticidade dela. Por isso, a ideia de compartilhar com os internautas trechos poéticos extraído de A Selva. 

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