TÓFFOLI NÃO NEGA O 'PARENTESCO' COM O PT

Depois de pautar o julgamento da ADC sobre a prisão em segunda instância - assunto até então pacificado no STF -; pior, confirmando na última quinta-feira (07/11), com seu próprio voto de minerva, o novo entendimento de que somente poderá ocorrer prisão após o trânsito em julgado em todas as instâncias, o ministro e presidente desta corte, Dias Toffoli, veio a público hoje (11/11) dizer que não vai tolerar  uma crise institucional. Não pode, a mente que criou um problema, achar que terá condições (morais, vamos lá!) de resolvê-lo facilmente. Foi Alberto Einstein quem o disse. É possível que Tóffoli saiba disso. No entanto, no país da piada pronta, houve por bem seguir os passos do ex-patrão, Lula, o qual, ao deixar o xilindró na sexta-feira (08/11) sabia que não seria para pacificar o país. Mesmo assim declarou algo nessa direção para, no dia seguinte, no sindicato dos metalúrgicos do ABC, desdizer tudo, incitando a que se faça no Brasil, por exemplo, aquilo que ora vemos no Chile. Não era de se esperar outra coisa dele, visto que, enquanto esteve diretamente na Presidência, usou mal o cargo para, entre outras coisas, estimular animosidade entre os brasileiros. Pois bem. Muitos brasileiros sentiram-se ofendidos com a decisão tomada pelo STF, em particular pela postura de Tóffoli, em decorrência do interesse político subjacente ao veto à prisão após segunda instância e, mais do que isso, por ter contribuído para reforçar a impunidade dos ricos no país. Ora, uma figura assim não está autorizada a dizer que não tolerará uma crise institucional. Quisesse de fato fazer isso, tinha declinado inclusive de pautar o julgamento da prisão em segunda instância, julgando-se suspeito, como muitos esperava que fizesse, justamente por seu grau de "parentesco" com o PT e em particular, Lula, Dirceu etc caterva.

 


Articulistas

Língua a Conta-Gotas

Edson Augusto

Formado em Letras pela UFPA, servidor público na UFAM, revisor gramatical de redações, artigos, TCCs, dissertações e teses - edson.professor@live.com

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Estamos preparando o material para cá: serão poemas que eu mesmo fiz (não sou poeta), aos quais acrescentei uns acordes (não toco porcaria nenhuma). Não bastasse isso, ainda ousei cantar em todos eles (nada canto). Portanto, não esperem mais do que estamos propondo.  Aguardem!

Observador Participante

José Seráfico

Advogado, Professor da Universidade Federal do Amazonas e Articulista dos jornais A CRÍTICA no Amazonas e O LIBERAL no Pará. Acessem o site: nagavea.com.br

Pensando Bem

Osíris Silva

Economista, consultor de empresas, produtor agrícola e ex-Secretário da Indústria, Comércio e Turismo, e da Fazenda, do Amazonas.

Olhar Crítico

Flávio Lauria

Professor Universitário, Administrador, Consultor de Empresas.

Tempo-Espaço e Memória

Orlando Silva

Professor Titular da UFPA. Doutor em Ciências Sociais (Antropologia).

(In)direitando

Carlos José (Branco) é advogado.

"As naturezas degenerantes são de suprema significação, por toda parte onde deve suceder-se um progresso. Todo progresso em grande escala tem de ser precedido de um enfraquecimento parcial. As naturezas mais fortes mantêm firme o tipo, as mais fracas ajudam a aperfeiçoá-lo (Friedrich Nietzsche)

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Cheguei cedo ao Fórum; para variar; Tinha uma audiência às 8h15 numa Vara do Juizado Especial Cível do Fórum de Aparecida, em Manaus. Patrocinava um cliente que pleiteava indenização por danos morais. Olhei em volta, e não o vi. Disse-me que chegaria um pouco antes do pregão. Só me restava esperá-lo. Foi o que fiz, sentado numa das precárias...

Vinculado ao escritório Paulo Figueiredo & Associados neste início de minha caminhada na advocacia, tenho ali buscado entender em termos práticos aquilo que a universidade, no plano teórico, forneceu-me. Minha atenção, portanto, está voltada para o que lá faço, vez que não estagiei durante o curso.

Na condição de advogado iniciante, tenho deparado com situações que chamam a minha atenção não apenas por seus componentes jurídicos e processuais, mas também por seus elementos prosaicos, por assim dizer, sobretudo em meio às demandas sob a égide da legislação consumerista.

A Selva (em poesia)

Organizador Carlos Branco

Neste e-book, produzido a partir da prosa Ferreira de Castro no romance A Selva, publicado em 1930, o internauta que não teve o prazer de ler dita obra poderá conhecê-la por seu aspecto poético, visto que o editor desta página, quando da leitura desse livro, quedou-se embevecido não apenas pela narrativa do português, mas também pela plasticidade dela. Por isso, a ideia de compartilhar com os internautas trechos poéticos extraído de A Selva. 

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